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Quem está de olho no jogo

Elmar Nascimento relatou a O Antagonista conversas que tem mantido com investidores nacionais e estrangeiros interessados na legalização dos jogos de azar.

Ele citou encontros com representantes do bilionário Sheldon Adelson, da Sands Corporation, do grupo Fertitta Entertainment, que recentemente comprou o UFC, além de diretores de cassinos em Portugal e Chile, e de um fundo de investimento de bilionários russos.

“Faremos uma concorrência internacional por ‘técnica e preço’. Haverá limites mínimos de investimento por estado. Vamos restringir a exploração dos jogos a grandes resorts. Serão no máximo 33 permissões. Estados com mais de 15 milhões de habitantes terão duas permissões e aqueles com mais de 25 milhões habitantes terão três permissões.”

“A área de jogos ocupará no máximo 10% do empreendimento, que deve estar integrado a hotéis com ocupação entre 500 e 1,5 mil apartamentos, além de parque aquático, centro de convenções, restaurantes, etc.”

“Grupos nacionais já estabelecidos também poderão participar, abatendo o investimento que já fizeram. Na Bahia, o grupo proprietário do Costa do Sauipe é um exemplo.”

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