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Quem financia os ataques aos congressistas?

Um dos empresários do movimento Brasil 200, Edgard Corona, espalhou vídeos com ataques a Rodrigo Maia e acrescentou:

“Temos de impulsionar esses vídeos. Precisamos de dinheiro para investir em marketing.”

As mensagens chegaram ao conhecimento de parlamentares e, segundo a Folha de S. Paulo, “levantaram suspeitas sobre a origem do financiamento de agressões ao Legislativo”.

O Brasil 200 é formado por empresários como Luciano Hang, da Havan, Sebastião Bomfim, da Centauro, e João Appolinário, da Polishop.

Atualização: o empresário Edgard Corona enviou uma nota de esclarecimento a O Antagonista:

“Lamento que tenha havido uma interpretação equivocada quanto ao teor das mensagens trocadas dentro do grupo Brasil 200. Gostaria de esclarecer que nunca aconteceu qualquer tipo de ataque ao Congresso. Na situação, sugeri arrecadar recursos para ampliar o debate sobre a reforma tributária. Porém me posicionei contrário à PEC 45 porque entendo que ela foi pouco discutida.
Meu foco principal é engajar empresários nessa discussão, tanto que já havia publicado um vídeo bastante esclarecedor, há cerca de duas semanas, questionando alguns pontos desse tema (veja aqui). Sigo firme com a ideia de criarmos juntos um Brasil melhor para todos.”

Leia também: O que o governo ganha (ou perde) com os arroubos de Bolsonaro.
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