Quem salvará a Usiminas?

Emparedada pelos credores, que exigem um aumento de capital de US$ 1 bilhão para renegociar as dívidas, a Usiminas busca um salvador. Não faltam candidatos; mas as chances são mínimas. Seus dois maiores acionistas, a japonesa Nippon Steel e a argentina Ternium, há tempos não se entendem. O pior é que também lhes falta o básico: dinheiro. Arcar com o resgate da Usiminas consumiria mais caixa do que podem. Os minoritários não querem por a mão no bolso por um problema que não causaram. Já a venda de ativos seria apenas um paliativo. Conclusão: a recuperação judicial parece cada vez mais próxima.

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