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Quem vai convocar Novaes para explicar o compadrio e a corrupção?

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Rubem Novaes fez como Tiririca ao anunciar sua saída do jogo político em Brasília, quando disse à CNN que pediu demissão do comando do Banco do Brasil por não ter se adaptado “à cultura de privilégios, compadrio e corrupção de Brasília.

É impressionante por vários motivos: o BB é uma das maiores instituições financeiras da América Latina, tem sócios privados e suas ações são negociadas na Bovespa; até agora nenhum parlamentar se pronunciou sobre uma eventual convocação de Novaes para explicar o que viu nos 18 meses em que permaneceu dirigindo o banco.

E o que dizer do seu sucessor que será escolhido hoje após conversa de Paulo Guedes com Jair Bolsonaro? Estará ele mais adaptado à cultura de privilégios, compadrio e corrupção de Brasília?

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