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Questionado por senadores, Aras disse não ter provas de crimes da Lava Jato

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Na live mais cedo com senadores do Muda Senado, Augusto Aras foi questionado sobre a acusação de que a força-tarefa da Lava Jato poderia fazer “chantagem e extorsão” com os dados de 38 mil pessoas.

Segundo um dos participantes, o PGR disse não ter provas de ilegalidades, que apenas falava em tese, durante a live para a TVPT, e apenas estaria preocupado com a falta de transparência sobre o banco de dados da Lava Jato, de 350 terabytes.

Ele também negou que tenha qualquer informação sobre diligências realizadas pela força-tarefa sem prévia autorização judicial e restringiu-se às ilações sobre problemas no sistema de distribuição de processos da força-tarefa em São Paulo e fraudes nas listas tríplices do MP.

O PGR defendeu mais uma vez que a Corregedoria tenha acesso a todo o banco de dados das forças-tarefas, mesmo sem ordem judicial, para fins correcionais. Diversas vezes, Aras demonstrou animosidade pessoal em relação a Deltan Dallagnol.

A impressão de alguns senadores é de que Aras tem alma de advogado e amolda seu discurso ao público. Ele, inclusive, disse que é contra buscas em gabinetes de parlamentares.

Leia mais: Como o cerco da PGR à Lava Jato beneficia petistas e tucanos

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