Rebaixamos a avaliação de Dilma

O Brasil perde nota na avaliação das agências de risco internacionais; Dilma Rousseff perde pontos de QI na avaliação do Antagonista. De ostra, ela foi rebaixada a ameba, depois da sua entrevista de hoje. Amebas acham que podem enganar espécies mais evoluídas do que protozoários como elas.

Eis as pérolas da ostra rebaixada a ameba:

a) “Se em 1996 e 1997 tivessem investigado e tivessem naquele momento punido, nós não teríamos o caso desse funcionário que ficou quase 20 anos praticando atos de corrupção. A impunidade leva a água para o moinho da corrupção.” A ameba quer fazer crer que o Petrolão inteiro saiu da cachola de Pedro Barusco.

b) “Hoje nós demos um passo e para esse passo devemos olhar e valorizar. Não tem ‘engavetador da República’, não tem controle da Polícia Federal, nós não nomeamos pessoas políticas para os cargos da Polícia Federal. E isso significa que o Ministério Público e a Justiça e todos os órgãos do Judiciário que o que está havendo no Brasil é o processo de investigação como nunca foi feito antes.” A ameba repete a ladainha que lhe foi passada pelo marqueteiro João Santana. A ameba quer fazer crer que a autonomia da PF, do Ministério Público e da Justiça são dádivas dos governos do PT.

c) “É necessário criar emprego e gerar renda no Brasil”, disse a ameba, em defesa das empreiteiras do Petrolão. As empreiteiras salvam a ameba do impeachment; a ameba salva as empreiteiras da falência.

d) “Isso não significa, de maneira alguma, ser conivente, ou apoiar, ou impedir qualquer investigação ou qualquer punição a quem quer que seja, doa a quem doer”. Significa, sim, ameba.

Dilma Rousseff, depois da entrevista de hoje

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