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Reduzir tempo entre doses da vacina da Pfizer é "grande equívoco", diz pesquisador

Estudo recente sugere intervalo de pelo menos 8 semanas
Reduzir tempo entre doses da vacina da Pfizer é “grande equívoco”, diz pesquisador
Foto: Tony Winston/MS

O pesquisador Bruno Filardi, diretor científico do Instituto do Câncer Brasil, foi ao Twitter nesta segunda (26) criticar a ideia de reduzir o intervalo entre as doses da vacina da Pfizer.

“Reduzir tempo da segunda dose da vacina da Pfizer para 21 dias e não adotar regime heterólogo Pfizer/AZ ou AZ/Pfizer é um grande equívoco”, escreveu.

“1 estudo observacional X 3 estudos mostrando que [variante] Delta não é problema.

Lobby da indústria pra terceira dose, impaciência e a vontade de imitar países com uma realidade muito melhor que a nossa”, acrescentou.

Marcelo Queiroga disse hoje à Folha ser “muito provável” que a pasta anuncie a redução do intervalo para 21 dias. Hoje, Brasil e Reino Unido praticam intervalo de 12 semanas.

Um estudo preliminar britânico divulgado na semana passada sugere que o ideal seria um intervalo de 8 semanas. O estudo mostrou respostas imunes mais fortes em quem tomou a 2ª dose com intervalos mais longos do que 4 semanas, indicando uma possível melhor efetividade.

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