Reforma trabalhista: governo aguarda reação do mercado

O governo de Michel Temer vai esperar as reações do mercado às novas normas trabalhistas – que entram em vigor no dia 11 – e, só então, decidirá sobre decretos e portarias com detalhamento dos temas mais polêmicos, segundo o Estadão.

“A julgar pelo acúmulo de dúvidas de patrões, empregados e advogados desde a tramitação da reforma, aprovada em julho pelo Congresso, muitos pontos permanecem obscuros.

(…) Ainda há dúvidas em questões como a necessidade de aditivos contratuais, a participação de sindicatos em negociações e sobre o trabalho intermitente e em home office.

A declaração de juízes trabalhistas de que não seguirão algumas determinações da lei colocou ainda mais lenha na fogueira.”

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Ler 17 comentários
  1. O maior contratante é o articulador desta lei, ou seja, “É Milho”.
    Suas empresas corrompem outras que trabalham em parceria com elas. Só em um governo do Bolsonaro existiria legitimidade para se tratar tal questão. No mais, esta sendo feito tudo a pedido do velho mimado chefão de todos. Aquele mesmo que corrompem a tudo e a todos onde seus cnpjs chegam. O maior ladrão do país.

  2. Acabem com essa “jabuticaba” que é a justiça do trabalho.
    O país agradecerá e sobrará pelo menos uns 3 bilhões de economia para os cofres públicos !!..

  3. Só falta agora o vampirão/corruptão acabar com as poucas coisas boas desta reforma, como o fim o imposto sindical e o home office.

  4. Juiz se acha inimputável. Vejam o STF. Barroso, Fachim e Lewandoski já deveriam ter sido demitidos. Se Juiz descumpre a lei tem que mandar prender porque não é um cidadão qualquer que desconhece as leis. Juiz sabe perfeitamente o que está fazendo. É como crime culposo ou doloso.

  5. Precisa fazer mais. É livre negociação o que o pais precisa! as micro reformas são insuficientes. Não precisa esperar, o mercado espera muito mais!

  6. Uma reforma feita nas coxas que coloca em um artigo que o juiz nao pode promover a execução de ofício, mas no outro artigo manda executar de ofício a execução previdenciária; em um artigo proíbe o Judiciário de analisar o conteúdo de uma convenção, mas no outro artigo diz que a convenção não pode desrespeitar a Constituição; um artigo diz que o braço de um trabalhador que ganha 5 mil reais vale mais do que o braço de outro que ganha 1 salário mínimo; que em um artigo permite reduzir o intervalo pra menos de 1 hora por acordo individual e, em outro, diz que precisa de autorização do Ministério do Trabalho; dentre tantas outras inúmeras atecnicas, uma reforma esquizofrênica dessa só pode gerar mesmo dúvida e confusão.

  7. EU SOU UMA VÍTIMA DOS ABUSOS DA JUSTIÇA DO TRABALHO COM DECISÕES ESTAPAFÚRDIAS, ESTOU FAZENDO COMO O CHEF ERICK JAQUIN, NUNCA MAIS VOU ASSINAR UMA CARTEIRA DE TRABALHO.

  8. A JUSTIÇA DO TRABALHO É NATIMORTA. Mas enquanto fica que nem fantasma assombrando o progresso, a BANÂNIA desperta de olheiras e dorme tarde com o FIADO DO MERCADO!

  9. Esse negócio de juiz dizer que não vai cumprir a lei e um golpe na democracia. O Legislativo faz as leis e o Judiciário as cumpre. O detalhamento de dúvidas cabe ao Executivo. Se Judiciário na cumprir há recursos e novas leis enquadrando juízes. O Brasil velho também está na justiça.

  10. Ahhhhhh! Já que vocês não conseguiram emplacar de jeito nenhum a maracutaia para derrubar o Temer, a pauta agora é inventar que não haverá mais reformas e tascar as reformas já aprovadas para ver se atrapalham o jogo, certo, Antagonistas? Inclusive a da trabalhista. durante a qual, depois de uma votação desfavorável à proposta do governo na segunda leitura na CCJ, vocês publicaram um postzinho peçonhento e precipitado que dizia “Acabou o governo Temer”, lembram? Volto a dizer que: 1) Isto já passou do limite do ridículo e está firmemente no terreno do patético, Antagonistas; 2) Mas se a falta de vergonha na cara de vocês impõe que não haja outro jeito e/ou se as ordens dos patrões são para fazer birrinha e bater o pezinho de qualquer jeito, façam-no pelo menos com um mínimo de compostura; 3) Mandem urgentemente exorcizar esta joça, já que a urucubaca que os assola está cada vez pior e vai causar vexames ainda maiores para vocês.

    1. “Derrubar o Temer”
      Como no caso da Janete, o nome Democrático é IMPEACHMENT por CRIME!
      Mas não vou mentir, adorei um MAV com nome e sobrenome.

  11. O Brasil é um mar de processos trabalhistas. Enquanto a justiça do trabalho não for extinta eu não contrato ninguém. Não há segurança jurídica.

  12. Trabalhador brasileiro, filie-se ao sindicato de sua categoria, juntos somos mais fortes para lutar por nossos direitos e não sermos explorados pelos empresários.

  13. Faltou atacar o principal problema do mercado de trabalho no Brasil. O custo do emprego. A empresa tem que arcar com uma série de penduricalhos, como o FGTS, que é uma espécie de poupança forçada. O governo obriga o trabalhador a ter poupança, mas não permite que ele utilize da forma que achar melhor, e devolve desvalorizada. Patético!
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    Quanto aos juízes trabalhistas, é uma piada. Essa gente é muito fraca intelectualmente. A justiça do trabalho inventou uma estrofenga chamada “Horas in Itinere”. O que é isso? Significa que o tempo de deslocamento deve contar como hora extra. O trabalhador que perde uma hora no ônibus teria direito a pagamento de hora adicional pela patrão. Aí eu pergunto: qual a culpa do patrão do serviço público ser ruim? A culpa é dos governos!
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    Isso tudo (fgts, horas in itinere etc) tem um custo final. Alguém vai pagar a conta. Ou o preço do produto/serviço será maior, ou a empresa contratará menos. Não existe almoço grátis.
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    Mais é fácil fazer socialismo com o dinheiro dos outros.

    1. São tantos mitos e desinformações sobre esse tema que chega a assustar.

      “Horas in Itinere” não é exatamente isso o que você descreveu. Ela se dá apenas em local NÃO servido por transporte público. Existem mais alguns detalhes sobre o tema, mas não tem nada a ver com o transporte público ser bom ou ruim.

      O poste dos antagonistas é curioso também, aparenta ser a favor do Executivo alterar as relações jurídicas por portarias e decretos, o que é uma piada, e ser contra juízes julgarem. Talvez os jornalistas ignorem o fato de que o Executivo atual pode até ser liberal, mas nada garante que os próximos também o serão e o que vale para um governo também irá valer para os demais (bem, sempre existem os Gilmar Mendes da vida, mas…).

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