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Relatora do Código Eleitoral recua e propõe quarentena a partir de 2026

Validade da norma já em 2022, que inviabilizaria eventual candidatura de Moro, encontrou resistência no Congresso; bancada da bala divulgou nota de repúdio
Relatora do Código Eleitoral recua e propõe quarentena a partir de 2026
Foto: Najara Araujo/Câmara dos Deputados

A relatora da reforma do Código Eleitoral, Margarete Coelho, recuou e propôs nesta quinta, 2, que a exigência de quarentena de cinco anos para magistrados, promotores, procuradores, policiais e militares que desejarem se candidatar às eleições valha somente a partir de 2026.

A deputada do PP havia sugerido que a norma valesse já para 2022. A proposta, porém, enfrentou grande resistência, sobretudo porque impactaria as candidaturas de políticos que já compõem o Congresso —a bancada da bala chegou a divulgar nota de repúdio à proposta, que chamou de “inconstitucional”.

No formato anteriormente apresentando, a quarentena também inviabilizaria uma eventual candidatura de Sergio Moro. Hoje pela manhã, como publicamos, Margarete já defendia que a medida valesse só “daqui para a frente”.

LEIA AQUI a reportagem de Ana Viriato na Crusoé; assine a revista e apoie o jornalismo independente.

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