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Relatório da CPI do BNDES mostra como Lula manipulou 'integração' para financiar esquema regional

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O relatório da CPI do BNDES, em seu quarto capítulo, detalha que os financiamentos do BNDES para obras na República Dominicana foram feitos a despeito das análises de riscos.

Indicadores mostravam que o país estava vulnerável a catástrofes naturais, elevação da dívida externa e das taxas de inflação, redução do crescimento real do PIB e acesso limitado ao capital externo. Registrou-se, ainda, que a República Dominicana operava com atrasos junto a agências mundiais de seguro.

“O representante da Casa Civil da Presidência da República, Sr. Swedenberger do Nascimento Barbosa, enfatizou que os membros do COFIG (Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações) deveriam ter em mente, ao examinar os pleitos, a promessa do Sr. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em atender, na medida do possível, o conjunto de pedidos encaminhados pela República Dominicana, principalmente as operações que envolviam o Aqueduto da Linha Noroeste (US$ 63,0 milhões) e o projeto Hidroelétrico do Artibonito (US$ 123,2 milhões).”

Como O Antagonista antecipou, análises de riscos e garantias foram manipuladas em governos petistas para liberar dezenas de bilhões de reais a países vizinhos.

“Ressalte-se ainda que, na citada reunião, foi mencionado que todo o processo vinha sendo conduzido através de negociações diretas com os governos dos países vizinhos, atendendo à política de integração do então Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à sua meta de viabilizar, até a próxima reunião de cúpula da Comunidade Sul-Americana, que seria realizada em agosto de 2005, uma obra importante em cada um desses países.”

Exclusivo: os pagamentos de bancos e outros gigantes a Lula e a campanhas do PT, segundo Palocci. CONFIRA

Comentários

  • Luiz -

    E tem gente querendo soltar o malandro!!! Que quadrilha governava nosso país, hein? Pior, os órgãos de fiscalização estavam aonde? Um salve para a Lava Jato.

  • Joelson -

    O TCU estima o estrago de 500 bilhões no BNDES, dos quais o banco admite 250 bilhões de reais até agora. A dívida pública saltou de 50% para 70% do PIB com déficit primário anual de 130 a 150 bilhoes.

  • Ilzi -

    O Gilmar, o Lewandowski, o Tofolli e agora Celso de Mello, precisam ler isto e não soltar ladrão. Antônio Amos escreveu.

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