Relatório da CPI do Carf mira filho de Nardes, mas poupa Luleco

A senadora Vanessa Grazziotin apresentou seu relatório final da CPI do Carf, no qual pede o indiciamento de 28 pessoas, entre assessores, representantes de empresas, servidores públicos e lobistas – nenhum político, naturalmente.

O relatório não avança um centímetro na investigação e cita pessoas que foram arroladas pelo MPF no início, mas depois excluídas por falta de provas. De alvos importantes, Grazziotin pede o indiciamento dos lobistas APS, Mauro Marcondes e do advogado José Ricardo da Silva.

Apesar de arrolar Marcondes, a relatora do PCdoB não cita Luís Cláudio Lula da Silva, que recebeu R$ 2,5 milhões do lobista. Esqueceu, ainda, de falar de Erenice Guerra e Silas Rondeau, sócios de APS e José Ricardo.

Grazziotin, no entanto, pediu o indiciamento de Juliano Nardes, sobrinho do ministro do TCU Augusto Nardes, responsável pelo relatório que pediu a rejeição das contas de Dilma por causa das pedaladas fiscais.

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