Relatório interno da Vale indicava risco acima do tolerável em barragem de Brumadinho

Um relatório interno da Vale de outubro de 2018, obtido pela Reuters, colocou a barragem da mina Córrego do Feijão dentro de uma “zona de atenção”.

Segundo o texto, a companhia deveria assegurar “que todos os controles de prevenção e mitigação” estivessem  sendo aplicados.

No mesmo documento, de acordo com a agência de notícia, os técnicos indicavam a barragem para descomissionamento e alertavam para o potencial risco de morte “de mais de cem pessoas” – além de prejuízo potencial de 1,5 bilhão de dólares -, em caso de colapso da estrutura.

Outro relatório da Vale datado de 15 de novembro de 2017, também visto pela Reuters, afirma que qualquer estrutura com uma chance de falha acima de 1 em 10.000/ano deveria ser levada à atenção do presidente-executivo e do Conselho de Administração.

A barragem de Córrego de Feijão tinha uma chance de colapso duas vezes maior que o “nível máximo de risco individual” tolerável, ou 1 em 5.000/ano, segundo o relatório.

 

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