Relatórios da Transparência Internacional são distorcidos, diz Aras

Relatórios da Transparência Internacional são distorcidos, diz Aras
Foto: Pedro França/Agência Senado

O PGR Augusto Aras disse que os relatórios da Transparência Internacional que apontou retrocessos no combate à corrupção no Brasil são parciais. Em nota, ele disse que os documentos “pinçam episódios e os interpretam de forma distorcida com o objetivo de consolidar narrativa que não reflete a realidade”.

Nos relatórios, a Transparência Internacional apontou como retrocessos a perda de independência da PGR em relação ao governo e o “desmantelamento de forças-tarefa”, especialmente a Lava Jato.

A organização lembra ainda que Jair Bolsonaro rompeu com a tradição de escolher o procurador-geral com base na lista tríplice feita pela Associação Nacional dos Procuradores da República.

Augusto Aras, no entanto, disse que superou as gestões dos procuradores anteriores no combate à corrupção, “em números e em recuperação de ativos”. “Só de autoridades com prerrogativa de foro no STF e no STJ foram mais de cem – presas, processadas, afastadas, que estão respondendo inquéritos. E, mais que isso, promovemos uma ampla transparência no âmbito do Ministério Público, e isso tem marcado positivamente este ano da nossa gestão”, disse.

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