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Relatórios de inteligência não são enviados diretamente à Presidência, diz ex-superintendente da PF

O ex-superintendente no Rio Carlos Henrique Oliveira de Sousa afirmou hoje, em depoimento obtido por O Antagonista, que relatórios de inteligência produzidos no estado não são enviados diretamente à Presidência da República.

“Perguntado ao depoente se há a possibilidade de que informações concernentes à inteligência estratégica produzida pela Polícia Federal sejam direcionadas à Presidência da República que não seja pelo canal hierárquico já relatado nesse ato, o depoente respondeu que não.”

No depoimento, ele explicou que as informações de inteligência produzidas no estado seguem diretamente para a Diretoria de Inteligência Policial em Brasília.

A falta de informações no Rio foi um dos motivos apontados por Jair Bolsonaro para promover troca na superintendência no estado.

Carlos Henrique disse também que, durante sua gestão como superintendente no Rio, de dezembro do ano passado até hoje, não recebeu “queixa ou crítica pela falta ou deficiente prestação de informação de inteligência pelo Diretor Geral, pelo Ministro da Justiça ou pela Presidência”.

No depoimento, o delegado afirmou ainda que, durante o período em que chefiou a PF no Rio e em Pernambuco não houve interferência em sua gestão.

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