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Ricardo Barros: “A CPI sofre de desonestidade intelectual”

A comissão negou neste sábado o suposto vazamento de dados fiscais do deputado e afirmou que Barros promove “defesa frenética, desleal e imbuída de má-fé”
Ricardo Barros: “A CPI sofre de desonestidade intelectual”
Foto: Jane de Araújo/Agência Senado

O deputado Ricardo Barros, líder do governo na Câmara, rebateu as respostas enviadas pela CPI da Covid ao STF. Mais cedo, em resposta a uma decisão da ministra Cármen Lúcia, a comissão negou o suposto vazamento de dados fiscais do parlamentar a afirmou que Barros promove “defesa frenética, desleal e imbuída de má-fé”.

A CPI não dormiu para responder a ministra Cármen Lúcia, do STF, sobre vazamentos. Contraditei a ela a narrativa mentirosa e sem fundamento. A CPI não teve confirmação de nenhum depoente de suas acusações”, escreveu Barros no Twitter.

Já em nota divulgada há pouco, o deputado afirmou ainda que a “CPI sofre de desonestidade intelectual e usa a imprensa para publicar suas versões mentirosas e sem fundamento. Vazamento é crime e os responsáveis devem ser punidos”.

Como mostramos, o deputado afirma ter sido procurado por um jornalista que teria tido acesso a informações obtidas por meio de relatório de inteligência do Coaf. O documento é listado como sigiloso pela comissão.

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