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Ritmo de denúncia da Pés de Barro surpreendeu até PF

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A velocidade da denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República na Operação Pés de Barro contra o deputado Wilson Santigo, do PTB da Paraíba, surpreendeu até mesmo investigadores da Polícia Federal.

A acusação foi apresentada ao Supremo Tribunal Federal pelo vice-PGR, José Bonifácio de Andrada, horas após a PF deflagrar a operação, que envolveu até busca e apreensão na Câmara.  Portanto, sem o relatório conclusivo da PF.

Investigadores da PGR, no entanto, dizem que o material probatório nesse caso impressionava e que eram claros os elementos de organização criminosa e corrupção passiva. O colaborador entregou áudios, fotos, conversas de aplicativos, planilhas, entre outros. A defesa do deputado pode tentar usar esse fato para travar o andamento da denúncia no STF.

Segundo a PGR, as investigações revelaram que, entre outubro de 2018 e novembro de 2019, a empresa Coenco Construções, responsável pelas obras de construção da Adutora Capivar, recebeu dos cofres públicos R$ 14,7 milhões e, em decorrência da ação criminosa, repassou R$ 1,2 milhão ao parlamentar como propina.

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