Rombo aéreo

O tamanho do rombo pode ajudar o governo a resolver o dilema: tirar, com prejuízo de R$ 900 milhões, a Infraero do consórcio que administra o Aeroporto do Galeão, ou ficar, na tentativa de recuperar o valor investido — correndo, é claro, o risco de aumentar a perda?

“Vamos avaliar se o prejuízo vai ser esse [R$ 900 milhões] ou se não vai ter mais R$ 1 bilhão no ano que vem, R$ 2 bilhões depois”, disse ministro dos Transportes, Maurício Quintella, segundo a Folha.

O certo é que manter a estatal nesse negócio foi uma péssima ideia (de Dilma, diga-se).