Rota do Atlântico: no Congo, propina de 3%

A operação Rota do Atlântico, que fisgou o diretor da Asperbras no Congo, descobriu que José Veiga e seu sócio cobravam propina de 3% dos contratos públicos, valor idêntico ao praticado no petrolão.

A investigação, que apura desvios em contratos que somam 1 bilhão de euros, também já tem um colaborador: Paulo Santana Lopes, sócio de José Veiga. Ele já confirmou o uso da Asperbras, que pertence a Beto Colnaghi, amigo de Antonio Palocci, para lavar recursos desviados de obras.

Faça o primeiro comentário

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade é do autor da mensagem.

1200