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Ruy Goiaba: Fascismo A Praça É Nossa

No Brasil bolsonarista, a história se repete 'a primeira vez como tragédia, a segunda como Escolinha do Professor Raimundo', escreve o colunista na Crusoé
Ruy Goiaba: Fascismo A Praça É Nossa
Foto: josepaulomv/Pixabay

Em sua coluna para a Crusoé que foi ao ar nesta sexta (27), Ruy Goiaba “atualiza” Karl Marx e escreve que o golpismo bolsonarista prova: no Brasil, a história se repete “a primeira vez como tragédia, a segunda vez como Escolinha do Professor Raimundo”.

“Todos os analistas políticos que condenam as ameaças de Jair Bolsonaro e seu rebanho ao STF e ao Congresso têm se esquecido de um ponto fundamental. Não é apenas o risco de ruptura institucional: é o supremo vexame de um eventual golpe de Estado liderado por Sérgio Reis, Paulo Cintura e Batoré d’A Praça É Nossa. (…) A intenção desses luminares do pensamento brasileiro é, no 7 de Setembro, promover uma espécie de A Praça dos Três Poderes é Nossa, com Bolsonaro fazendo arminha no banco habitualmente ocupado por Cazalbé de Nóbrega.

O fato é que a dublagem brasileira do fascismo tem sido ainda mais ridícula que a clássica pose de Benito Mussolini com as mãos na cintura (…). É um fascismo com bordões de programa humorístico ruim de bônus (‘issa!’, ‘ah, para, ô!’, ‘talquei?’). Não dá nem pra dizer algo do tipo ‘ah, puxa vida, eles prendem e matam, mas pelo menos os trens chegam no horário’; se isso não era verdade nem na Itália, que dirá neste Brasil brasileiro, terra natal da esculhambação.”

LEIA AQUI a íntegra da coluna; assine a Crusoé e apoie o jornalismo e o humorismo independentes.

 

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