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Saiba quais serão as possíveis lideranças da fusão DEM-PSL

O Antagonista mapeia os políticos que poderão comandar o partido que resultará dessa união em algumas unidades da Federação
Saiba quais serão as possíveis lideranças da fusão DEM-PSL
Foto: Roque de Sá/Agência Senado

O Antagonista destrinchou mais cedo os bastidores para a muito provável fusão do DEM com o PSL.

Em algumas unidades da Federação, as lideranças do futuro partido já estão praticamente definidas e tratam do assunto publicamente.

Exemplos:

  • No Amazonas, o nome é Amazonino Mendes, hoje no DEM. Aos 81 anos, ele já foi governador do Amazonas quatro vezes, prefeito da capital três vezes, além de senador por quase dois anos.
  • No Ceará, a intenção é atrair, por exemplo, o deputado federal Capitão Wagner, hoje no Pros, potencial candidato ao governo do estado em 2022.
  • Em Sergipe, o ex-deputado federal André Moura, que liderou o governo de Michel Temer no Congresso, hoje no PSC, pode aderir ao novo projeto.
  •  No Distrito Federal, a nova sigla poderá ser liderada pelo ex-deputado federal Alberto Fraga (DEM), que rompeu com Jair Bolsonaro recentemente, e por Anderson Torres (PSL), atual ministro da Justiça e Segurança Pública.
  • No Mato Grosso do Sul, o ex-ministro da Saúde e presidenciável Luiz Henrique Mandetta (DEM) cuidaria da nova sigla.
  • No Rio Grande do Norte, José Agripino Maia, ex-senador que já governou o estado e presidiu nacionalmente o DEM, está à frente das conversas.
  • Na Bahia, ACM Neto, atual presidente do DEM, claro, comanda as costuras políticas.
  • Em Goiás, o nome da fusão é Ronaldo Caiado (DEM), governador do estado.
  • No Maranhão, o projeto DEM-PSL poderá unir o deputado federal Juscelino Filho (DEM) e Pedro Lucas Fernandes, de saída do PTB de Roberto Jefferson.
  • Em Rondônia, o senador Marcos Rogério (DEM) conduz o processo e tenta atrair o governador do estado, Marcos Rocha, atualmente sem partido.
  • No Amapá, o ex-presidente do Senado Davi Alcolumbre será a provável liderança da nova sigla, acompanhado do deputado federal Acácio Favacho, hoje no Pros.
Em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, importantes colégios eleitorais, as negociações estão mais intricadas e aguardam definições do cenário nacional.

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