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Saúde volta a defender 12 semanas de intervalo para AstraZeneca e Pfizer

Debate sobre o tema voltou com decisão de alguns estados e prefeituras de reduzir o intervalo da 2ª dose
Saúde volta a defender 12 semanas de intervalo para AstraZeneca e Pfizer
Foto: Walterson Rosa/Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde informou nesta terça (20) que “permanece com a recomendação de manter o intervalo orientado” para as vacinas contra Covid

“O tema foi discutido novamente na Câmara Técnica Assessora em Imunizações, em reunião realizada no dia 16 de julho deste ano [sexta passada]”, acrescentou a pasta, em nota enviada a O Antagonista.

A pasta não informou ter publicado nova nota técnica sobre o assunto.

Esta não é a primeira vez em que o ministério defende o intervalo de 12 semanas para essas duas vacinas.

Quando ainda era coordenadora do Plano Nacional de Imunização, Francieli Fontana defendeu esse intervalo, falando a senadores.

Na semana passada, a Fiocruz publicou recomendação para manter o intervalo de 12 semanas para a vacina da AstraZeneca, que ela envasa no Brasil.

Sem estudos que comprovem essa necessidade, vários estados e prefeituras anunciaram nas últimas semanas a redução do intervalo entre doses, incluindo o governo do RJ.

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