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"Se Cunha e Geddel fossem deputados, Bolsonaro iria cooptar", diz Olímpio

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Major Olímpio comentou da seguinte forma o fato de o novo líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, ser acusado de receber R$ 5 milhões em propina da Galvão Engenharia:

“[Jair] Bolsonaro quer aumentar a base parlamentar, não interessa como. Se Eduardo Cunha e Geddel Vieira Lima voltassem a ser deputados hoje, ele ia cooptar e querer junto. O nome político é governo de coalização, mas o velho apelido é ‘toma lá, dá cá’.”

Como mostramos com exclusividade, Barros foi delatado por dois executivos da Galvão Engenharia.

Segundo eles, o parlamentar teria recebido mais de R$ 5 milhões em propina para intermediar negócios da empreiteira com a Copel, a estatal de energia do Paraná.

De acordo com termos de colaboração, os valores foram negociados e pagos entre 2011 e 2014. Barros teria recebido R$ 1,55 milhão em espécie e outros R$ 3,53 milhões em doações eleitorais via Diretório Nacional do PP (Progressistas), do qual era tesoureiro.

Leia mais: A 'proposta milionária' para votar com o governo.

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