Se Jaques Wagner recomenda, fuja

Jaques Wagner, apontado como “plano B” do PT caso a Justiça faça o certo e impeça Lula de concorrer, disse hoje que Ciro Gomes é “um bom candidato”.

O ex-governador da Bahia e o ex-governador do Ceará trocaram amabilidades num encontro hoje, e Wagner disse que Ciro “pensa o Brasil a partir de um projeto nacional”, conforme o relato do Estadão.

Mas esse nem é o trecho mais engraçado: o petista também disse que “é preciso reagir e juntar o país em um tipo de Marcha pela Civilização”.

Civilização e petismo são mais impossíveis de misturar que água e óleo.

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  1. Projeto nacional para êste carioca PeTralhista radicado na Bahia é roubar sempre o mais que puder. Aliás, é muito difícil saber qual dos dois é mais salafrário.

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  1. Projeto nacional para êste carioca PeTralhista radicado na Bahia é roubar sempre o mais que puder. Aliás, é muito difícil saber qual dos dois é mais salafrário.

  2. Jaquinho Cachaça não. Por favor! Sou baiano e isso aqui virou terra de ninguém. Aliás, terra de bandido. Aqui quem manda é o tráfico. PT nunca mais!!!

  3. PUTZ! ESSE PT É DEMAIS NÉ!
    DANDO TIRO PARA TUDO QUANTO É LADO!
    LULA,HADAAD, BOULOS,CIRO…QUEM SERÁ O PROXIMO? VOLTA DILMA? PAULO OKAMOTO? PABLO VITAR? QUE DESESPERO!!!

  4. Uma piada. A Marcha da Insensatez seria o nome certo deste movimento projetado por Jacques Wagner. Juntar dois desregulados vai dar uma maluquice só.

  5. Até pouco tempo, a onda Doria parecia avassaladora. Na fotografia de hoje, contudo, a avaliação de investidores é de que o prefeito paulistano “queimou na largada” ao se precipitar numa estratégia agressiva de se lançar candidato à Presidência, viajando pelo País e articulando apoio no PSDB e em outros partidos.
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    “O mercado quer um candidato governista competitivo que enfrente os extremos na eleição, em termos ideológicos”, diz um profissional de Tesouraria de um grande banco. Para ele, o ideal seria não haver mais de uma candidatura de partidos da atual base do governo e que o escolhido dê continuidade à política econômica conduzida pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e priorize a aprovação de reformas necessárias, como a da Previdência.

    1. Bolsonaro não é esse candidato reformista, diz um grande investidor brasileiro. Ele argumenta que o histórico de Bolsonaro em votações no Congresso é de uma postura corporativista e não de apoio a uma agenda econômica liberal. Segundo esse investidor, Bolsonaro está falando o que o mercado quer ouvir.
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      Assim, a esperança é Doria repensar sua estratégia e retomar o fôlego perdido. Caso contrário, é o mercado se abraçar a Alckmin.

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