Sem força-tarefa, MPF do Paraná vê 'volume de trabalho de impossível absorção'

Para os procuradores federais do Paraná, o estado não dará conta de absorver os processos da Lava Jato caso Augusto Aras encerre a força-tarefa da operação.

“Essa forma de atuação produziu e produz volume de trabalho de impossível absorção pela unidade de origem em sua estrutura tradicional”, diz trecho de documento assinado pelos 20 procuradores de ofícios da região, exceto Deltan Dallagnol.

O ofício é do dia 13 de agosto e foi endereçado à subprocuradora Luiza Frischeisen, do Conselho Superior do MPF.

Como publicamos ontem, a subprocuradora e mais sete membros do colegiado pediram a Aras a renovação, por ao menos mais 6 meses, das forças-tarefa da Lava Jato no Paraná (cujo prazo de funcionamento termina em setembro) e do Rio (que termina em dezembro).

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