Senador rebate ideia de usar jogatina para bancar programa assistencial: "Pura ilusão"

Senador rebate ideia de usar jogatina para bancar programa assistencial: “Pura ilusão”
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O senador Angelo Coronel (PSD), como temos noticiado, defende que o Brasil libere a jogatina para financiar o programa assistencial do governo federal.

“Lorota pura”, reagiu o senador Eduardo Girão (Podemos).

“Sabemos quais os interesses que estão na sombra disso tudo. Defender a liberação dos jogos de azar para financiar programas sociais é um erro terrível”, acrescentou.

Girão cita um estudo do economista e cientista político Earl L. Grinols, segundo o qual a cada dólar arrecadado com os jogos de azar, três são gastos com custos sociais como tratamento aos viciados, segurança pública e ferramentas de fiscalização e controle.

O senador acrescentou que, segundo a PGR e entidades ligadas à Receita Federal e à Polícia Federal,” a jogatina abre portas muito largas para lavagem de dinheiro, evasão de receita, sonegação fiscal e corrupção”.

“O dinheiro ligado aos jogos de azar é tão sujo quanto o do tráfico de armas e de drogas, viciando pessoas e destruindo famílias. O Brasil é muito rico e não precisa disso. Definitivamente, não precisa. O custo social decorrente de uma liberação não compensa nem de longe uma eventual receita de tributos da jogatina. Pura ilusão.”

Leia mais: A revista tanto fuçou que conseguiu mais uma história espetacular.
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