Será que vão aprender?

Ainda sobre os acordos de leniência da Braskem e da Odebrecht, o procurador Paulo Galvão espera que “os compromissos assumidos com o MPF” contribuam “para inaugurar uma nova cultura de negócios no setor de infraestrutura e uma nova forma de relação entre o setor privado e o setor público, melhor protegida da atuação maléfica dos carteis e da corrupção”.

“Aproveita-se o protagonismo das empresas lenientes para que sirvam como catalizadoras da renovação das práticas e aumento da competição nos mercados de atuação.”

É preciso uma boa dose de otimismo para crer nisso.

Faça o primeiro comentário