Sete pragas

Elio Gaspari diz que o Rio de Janeiro “sofre os efeitos de pelo menos cinco pragas”.

São elas:

1) Os dois governos de Sérgio Cabral e a chegada de Pezão.

2) O PMDB do Rio de Janeiro, partido de Cabral, Pezão, do prefeito Eduardo Paes, do deputado Jorge Picciani e de seu filho Leonardo, ministro de Michel Temer. Todos foram fiéis aliados de Eduardo Cunha.

3) A gastança irresponsável e clientelista que expandiu em 50% as despesas com servidores em apenas cinco anos (…).

4) A roubalheira nas licitações de obras públicas foi tamanha que, só em 2011, dois anos depois da compra do mimo para madame Cabral, a Delta de Fernando Cavendish ganhou R$ 137 milhões em obras, sem o estorvo das licitações.

5) A quinta praga chamou-se privataria (…). A operação do teleférico do Alemão ficou com a Odebrecht e acabou na empresa do filho do presidente do Tribunal de Contas da União.

Simpaticamente, Elio Gaspari se esqueceu de mencionar outras duas pragas: Lula e Dilma Rousseff, que saquearam a Petrobras, a maior fonte de receita do Rio de Janeiro.

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