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Situação em São Paulo pode atrapalhar união nacional entre PV e PSDB

O Partido Verde tende a caminhar com o grupo político de Alckmin e Márcio França, enquanto os tucanos apostam em Rodrigo Garcia para a sucessão de Doria
Situação em São Paulo pode atrapalhar união nacional entre PV e PSDB
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Como noticiamos no domingo, PV e Cidadania aguardam as prévias do PSDB, marcadas para 21 de novembro, para decidir sobre uma possível federação com os tucanos.

José Luiz Penna (foto), presidente do PV, disse que tem conversado com “muita gente”, inclusive da esquerda, e “não está no afogadilho” para definir alianças para 2022.

“A eleição, pela sua distância, ainda vai fazer outros desenhos. O mais importante, agora, é a gente trocar ideias. Para oficializar alianças, temos que observar as questões regionais e fazer uma ampla consulta aos integrantes do partido”, afirmou.

Segundo Penna, há muitos partidos interessados em construir uma federação com o PV, porque “o tema ambiental entrou de vez na pauta da política e da sociedade”.

A formação de uma federação não é um fusão: trata-se de aliança entre duas ou mais legendas que precisa durar, no mínimo, quatro anos. O grupo fica unido, portanto, por pelo menos uma eleição nacional e uma municipal.

Sobre uma possível aliança nacional com o PSDB, ele ponderou que a situação em São Paulo poderia ser um obstáculo. O PV pretende caminhar o grupo político de Geraldo Alckmin e/ou Márcio França. Já o PSDB aposta em Rodrigo Garcia, atual vice de João Doria, para o governo local.

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