Sócio de empresa suspeita de atuar para Bolsonaro já atuou para Dilma

A Veja conta que a QuickMobile –uma das empresas que, segundo a Folha, teriam sido contratadas por empresários apoiadores de Jair Bolsonaro para disparar mensagens contra o PT– pertence ao ex-sócio da Door2Doors Peterson Quirino.

A Door2Doors —cuja atuação O Antagonista revelou ainda em 2015, em uma série de posts— foi acusada de envolvimento em campanha online similar para impulsionar Dilma Rousseff e atacar Aécio Neves em 2014.

Em fevereiro de 2016, o PSDB protocolou uma petição para que o TSE investigasse as contas da chapa Dilma/Michel Temer sob a alegação de pagamentos irregulares à agência de Peterson.

Segundo as investigações, a Door2Doors fazia disparos em massa de mensagens de celular com informações contra a Aécio. Ela e outras empresas de marketing digital receberam R$ 4,2 milhões da campanha de Dilma.

“As companhias que receberam os valores”, escreve a Veja, “eram de fachada: não se encontravam nos endereços nem prestavam os serviços descritos em seus CNPJs e não possuíam, oficialmente, funcionários.”

A petição do PSDB não deu em nada. A coligação Dilma/Temer foi absolvida, e a Door2Doors virou uma empresa de logística.

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