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Sócios de empresa que compõe FIB Bank fizeram movimentações depois de mortos

O diretor do FIB Bank, Roberto Pereira Ramos Júnior, opotou por ficar em silêncio diante de questionamentos do senador Randolfe Rodrigues
Sócios de empresa que compõe FIB Bank fizeram movimentações depois de mortos
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O vice-presidente da CPI da Covid, Randolfe Rodrigues, confrontou há pouco o diretor do FIB Bank, Roberto Pereira Ramos Júnior, sobre o fato de dois homens que constam como sócios da MP Guaçu terem feito movimentações por meio da empresa depois de mortos.

A MB Guassu compõe a maior parte do capital social do FIB Bank, que forneceu à Precisa Medicamentos uma fiança de R$ 80,7 milhões como garantia para o contrato com o Ministério da Saúde para a venda da Covaxin.

Um dos sócios, Sebastião, morreu em agosto de 2017 e outro, Francisco, em agosto de 2020. Documentos apresentados pelo senador, no entanto, registram movimentações de agosto de 2021.

“Quem teria que pagar imposto são os sócios. Eles não teriam como pagar imposto porque estão mortos. Está aqui a certidão de óbito. Os dois sócios da MP Guaçu, Sebastião e Francisco, estão mortos. O problema não está em ele estar morto. O problema é que eles fizeram movimentações da empresa junto ao FIB Bank”, disse Randolfe.

O depoente citou um habeas corpus concedido pelo STF e ficou em silêncio diante dos questionamentos sobre o episódio.

“Ou seja, nesse caso especificamente o senhor pode ter uma autoincriminação. Em outras palavras, o senhor pode ter participação direta com esse crime”, disse a senadora Eliziane Gama.

Assista ao trecho:

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