Retrospectiva 2020

"Sou Messias, mas não faço milagre"

“Sou Messias, mas não faço milagre”
Foto: Adriano Machado/Crusoé

A falta de empatia com os familiares e amigos dos mortos por Covid-19 do presidente Jair Bolsonaro beira a  psicopatia. No final de abril, quando o Brasil registrava, dia após dia, recordes de mortes, Bolsonaro respondeu com um “E daí, lamento, quer que eu faça o quê? Sou Messias, mas não faço milagre” ao questionamento de repórteres sobre quais medidas seu governo iria tomar para tentar conter os estragos da pandemia.

É considerada a frase inaugural da sucessão de barbaridades ditas pelo presidente em relação à doença que matou mais de 180 mil brasileiros em 2020: “gripezinha”, “vamos todos morrer um dia”, “superdimensionada”, “cobre do seu governador”, “não precisa entrar em pânico”, “país de maricas”, “mais uma que Jair Bolsonaro ganha” e por aí foi e continua indo.

Continuamos quase todos de boca aberta.

Leia mais: Crusoé mostra como a corte do STF volta a ser palco de troca de farpas entre ministros, intrigas e até ameaças após o julgamento da reeleição no Congresso.
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