STF absolve deputado da tatuagem

A Segunda Turma do Supremo, por unanimidade, absolveu Wladimir Costa, o deputado da tatuagem de henna com o nome de Michel Temer, da acusação de peculato.

A PGR acusou o deputado do Solidariedade do Pará e seu irmão, Wlaudecir, de participar de um esquema de desvio de recursos públicos por meio da contratação de três funcionários fantasmas para o gabinete de Wladimir.

O relator do caso, Edson Fachin, disse não haver indícios suficientes para confirmar as acusações do Ministério Público.

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