Suspeitas de superfaturamento e desvio

Um detalhe importante da operação daOAS é justamente o negócio envolvendo a compra do terreno para a construção da Arena do Grêmio. A OAS pagou pela área R$ 40,7 milhões em 2008 e a revendeu para a Karagounis, da própria OAS, por R$ 177 milhões em 2011.

No balanço financeiro de 2011, a OAS Empreendimentos registra um lucro contábil de R$ 131 milhões na operação, essencialmente bancada com dinheiro do FGTS. O metro quadrado saltou de R$ 131 para R$ 1.141 em três anos.

Além dos indícios de superfaturamento, o MPF suspeita que a OAS tenha desviado o recurso do FGTS, destinado originalmente aos complexos residencial e multiuso, para a obra do estádio.

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