Tarso Genro, o tantã do Twitter

Hoje foi dia de folia no Twitter. Vejam o que escreveu o ex-ministro da Justiça Tarso Genro sobre o processo do Petrolão:

1) “Duvido que os empresários dos processos sobre a corrupção na Petrobras ainda estejam presos por causas processuais ou investigativas.”

2) “Continuam presos por razões políticas. Continuam presos para servirem de bloqueios para o aprofundamento das investigações, limitando-as.”

3) “Continuam presos por uma função política do Poder Judiciário e para direcionar os processos judiciais. Já é hora de alguém dizer isso.”

4) “Lembrem-se de processos tão graves como estes com provas sem delações premiadas, em que indiciados não ficavam mais de dez dias no cárcere.”

5) “Não estou cogitando, no momento, se as prisões são justas ou não, estou dizendo que são adotados novos critérios políticos neste caso.”

6) “O que deve nos preocupar é se estes novos critérios tem objetivos e definidos e quais são eles, quando límpidos tucanos falam em impedimento.”

7) “O Poder Judiciário nunca foi um Poder apolítico. O que devemos sempre observar é se ele faz a sua política dentro da Constituição”, ou não.

Parece tantã, e é, mas a loucura tem método. Por isso, O Antagonista vai aclarar, talvez para o próprio Tarso Genro, o que ele quis dizer:

a) Os meliantes da empreita continuam presos porque o juiz Sergio Moro não quer que os caras falem que os tucanos também levaram bola na Petrobras. Seriam, assim, presos políticos. Pois é.

b) Que ele e os demais petistas vão tentar melar a Operação Lava Jato de todas as formas, inclusive no grito, para confundir o distinto público

c) Que o PT, apesar de tudo, está com um medo danado de Dilma Rousseff sofrer impeachment

d) Que os petistas continuarão batendo na tecla do “golpismo”, apesar de o impeachment estar previsto na Constituição, como prova o caso Collor

Tarso Genro não é só do PT. Ele é pai de Luciana Genro. Nem seria preciso fazer teste de DNA, caso houvesse dúvida: a cabecinha entrega.

T de Tarso, T de Twitter, T de Tantã