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TCU suspeita de repasse de Damares, sem licitação, a empresa investigada por lavagem

TCU suspeita de repasse de Damares, sem licitação, a empresa investigada por lavagem
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, MMFDH, Damares Alves, durante palestra de abertura do diálogo Perspectivas dos Direitos Constitucionais Indígenas, no Ministério Público Federal.

Relatório do TCU levanta suspeitas em um repasse do Ministério da Mulher de Damares Alves, sem licitação, para uma empresa que foi alvo de operação do Ministério Público do Distrito Federal há dois meses, informa a Folha.

O relatório da Secretaria de Controle Externo do TCU refere-se a R$ 4 milhões repassados a uma campanha publicitária contra a violência doméstica durante o período de isolamento social.

A verba foi destinada à agência Fields por meio de um TED (termo de execução descentralizada) no contrato de R$ 90 milhões firmado com outra pasta, a da Cidadania, chefiada por Onyx Lorenzoni.

Segundo o TCU,  “o fato pode indicar a dispensa indevida de processo licitatório, com prejuízo à obtenção da proposta mais vantajosa à administração [pública]”.

A Fields é, segundo o MP-DF, suspeita de ter sido utilizada para a lavagem de dinheiro na compra de leitos hospitalares durante o governo do petista Agnelo Queiroz no Distrito Federal, de 2011 a 2014.

De acordo com o jornal paulistano, “a sugestão da área técnica, que ainda será votada pelo TCU, é pedir às duas pastas [da Mulher e da Cidadania] esclarecimentos sobre a operação, inclusive a justificativa para inclusão dos gastos em contrato firmado anteriormente à liberação do dinheiro vinculado ao período do coronavírus”.

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