Temer diz que ‘temos de seguir adiante’

Michel Temer, na posse de Dyogo Oliveira no BNDES, não falou sobre a prisão de Lula.

Mas disse o seguinte:

“Nós precisamos saber que nós saímos de um momento difícil do país, continuamos num momento difícil também sob o foco político, mas nós temos de seguir adiante.”

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  1. O momento dificil ainda está por vir…, o Bolsonaro administrar o país com 1/5 de apoio no congresso nacional… vai ter que arrumar uma massagista, de tanto que vai ter que abrir as pernas….

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  1. O momento dificil ainda está por vir…, o Bolsonaro administrar o país com 1/5 de apoio no congresso nacional… vai ter que arrumar uma massagista, de tanto que vai ter que abrir as pernas….

  2. A prisão de Lula foi um avanço no combate à corrupção sistêmica e em altos cargos da República. Porém, se parar nele, sem alcançar Temer, Aécio, Jucá, Padilha, etc, os ganhos da Lava-jato terminarão considerados paliativos. O foro privilegiado e a lentidão das cortes superiores são empecilhos terríveis.

  3. Vão empurrando com a barriga( o que não falta nesse governo é velho barrigudo, a começar pelo chefe)até a Copa, onde esperam por uma vitória da equipe de Tite para, como nos anos 1970, cantarem em uníssono: “Esse é um País que vai pra frente/ô,ô,ô,ô…” Como sempre, faltou combinar com os russos.

  4. Mas, Andreia Sadi continua falando sobre ele. No Twitter dela: “Já já no @jornalhoje e na @GloboNews: os detalhes exclusivos do depoimento do diretor da empresa de Portos sobre papeis apreendidos pela Polícia Federal com nome de Temer. Liga aí!”

  5. É alentador saber que o presidente interino quer que as prisões continuem, mesmo que isso venha a significar o seu próprio sacrifício. Sinal de humildade e amor à verdade.

  6. Simultaneamente ao avanço da agenda eleitoral e com o processo gradativo de deserção de Meirelles, as iniciativas de ajuste fiscal anunciadas no ano passado vêm caindo, em efeito dominó. Temer, também candidato, abençoa a guinada relax.
    .
    As medidas provisórias que tratam da tributação de fundos exclusivos e do adiamento do reajuste salarial do funcionalismo, assim como do aumento da contribuição previdenciária dos servidores, foram para o vinagre. O impacto fiscal negativo chega a R$ 13 bilhões. Em tramitação no Congresso, a reoneração da folha de pagamento (R$ 4 bilhões) tem chances mínimas de aprovação neste ano. O mesmo vale para a aplicação do teto salarial nos três Poderes (R$ 725 milhões).

  7. Fora desse pacote, mas com igual peso nas contas federais, a privatização da Eletrobras (R$ 12 bilhões) deve ir para as calendas gregas por falta de empenho político do Legislativo e do Palácio do Planalto —às voltas com inquéritos policiais e jingles de campanha. O voluntarismo parlamentar se traduz na derrubada de vetos presidenciais —celebrados em cerimônia, vejam só, pelo próprio presidente— com renúncia de ao menos R$ 18 bilhões (Refis das microempresas e Funrural).