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"Tentar tirar Bolsonaro agora é transformá-lo em vítima para esse bando de malucos"

Deputado Paulinho, dono do Solidariedade e representante da Força Sindical, diz não haver mais ânimo para manifestações contra o presidente
“Tentar tirar Bolsonaro agora é transformá-lo em vítima para esse bando de malucos”
Foto: Solidariedade na Câmara

A exatos 324 dias do primeiro turno das eleições de 2022, Jair Bolsonaro pode se considerar um homem livre do impeachment.

Como registramos ontem, manifestações contra o presidente que estavam sendo organizadas para as próximas semanas foram canceladas.

O deputado Kim Kataguiri (DEM), um dos fundadores do MBL, disse ao Congresso em Foco que os protestos não fazem mais parte da agenda do movimento nem sequer no médio prazo. A justificativa é a de que não tem clima para mobilização” e a prioridade agora é discutir pautas para 2022.

Paulinho da Força (foto), deputado federal e presidente do Solidariedade, afirmou a O Antagonista que não existe mais esse ânimo para manifestações também entre dirigentes de centrais sindicais.

“O sentimento é o de que tentar tirar o Bolsonaro agora é transformá-lo em vítima para esse bando de malucos aí”, disse Paulinho.

O parlamentar também considera que não há mais tempo para tramitar um processo de impeachment no Parlamento.

“E as pessoas sabem que não tem força no Congresso para fazer impeachment.”

Kim participou, nesta semana, do evento de filiação de Sergio Moro ao Podemos. Paulinho tem dito que, se a eleição fosse hoje, faria aliança com o PT do ex-presidiário Lula.

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