"Tentaremos impedir se não salvarem saúde e educação"

“Tentaremos impedir se não salvarem saúde e educação”
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A votação da PEC Emergencial no Senado, como noticiamos há pouco, foi adiada para a próxima semana. Em tese.

“Tentaremos impedir se não salvarem saúde e educação”, disse a O Antagonista o líder do Podemos, Alvaro Dias, referindo-se ao fato de o relator da PEC, Márcio Bittar, ter incluído no texto o fim dos gastos mínimos com essas duas áreas.

Flávio Arns (Podemos), que relatou a PEC do Fundeb no ano passado no Senado, também já avisou que não aceita votar a proposta do jeito que está.

Na reunião de líderes mais cedo, na qual Rodrigo Pacheco chegou a dizer que a PEC Emergencial seria votada hoje, o clima esquentou. Há muitas divergências entre os senadores e a tendência, como antecipamos ontem, é o fatiamento da proposta, tentando garantir o retorno do auxílio emergencial em um primeiro momento e deixando a análise do restante do conteúdo da PEC para depois.

O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), Otto Alencar, confirmou a este site a tendência de fatiamento.

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