Terrivelmente não competitivo

Além de não atrair investimentos, o governo Dilma espanta quem ainda aposta no Brasil.

Em 2015, a General Motors anunciou um aporte de R$ 6,5 bilhões num plano de investimentos no Brasil. Mas a montadora agora cogita voltar atrás na decisão. E o motivo é mesmo a falta de perspectiva com o PT no comando.

Leiam o que Dan Ammann, presidente mundial da empresa, falou ao Estadão:

“Estamos aqui há 91 anos e estamos acostumados com ciclos de altas e baixas no Brasil e na América do Sul, mas o que mais nos preocupa agora é que pode não haver solução nos próximos três anos. (…) Precisa haver desesperadamente uma revisão fiscal e reformas tributária, trabalhista e regulatória. O Brasil é terrivelmente não competitivo.”