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TJ-SP suspende penduricalho de até R$ 100 mil para quem julgar processos atrasados

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O TJ de São Paulo decidiu, enquanto o CNJ delibera sobre o tema, suspender a criação de 19 câmaras extraordinárias que dariam prêmios de até R$ 100 mil a desembargadores que julgassem processos atrasados.

A suspensão foi assinada nesta sexta-feira (14) pelo presidente do TJ-SP, Geraldo Francisco Pinheiro Franco.

Como publicamos, no início de julho, o tribunal criou as 19 câmaras extraordinárias, com duração de um ano, para dar conta dos 126 mil processos que tem pendentes de julgamento há mais de 100 dias.

Considerando o tamanho dos acervos de cada seção, os desembargadores do Direito Privado e do Público receberiam cerca de 600 processos cada um.

Se julgarem todos, depois de um ano receberão R$ 100 mil, além do salário normal –R$ 35 mil antes dos descontos, além de outros penduricalhos.

O dinheiro a mais seria registrado como “compensação por atividade extraordinária”, como se fosse indenização, e ficaria livre de Imposto de Renda.

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