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Transparência: “A luta contra o terrorismo não pode justificar o vigilantismo estatal”

Em entrevista à Crusoé, a fundadora da Transparência Internacional do Brasil conversou sobre o uso de programas de espionagem por órgãos públicos brasileiros
Transparência: “A luta contra o terrorismo não pode justificar o vigilantismo estatal”
Foto: Jan Vasek,/Pixabay

O TCU atendeu a um pedido feito pela Transparência Internacional e outras organizações e suspendeu nesta semana uma licitação para a compra do sistema de espionagem Harpia pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Em entrevista à Crusoé, Nicole Verillo, fundadora da Transparência Internacional do Brasil e responsável pelo Centro de Apoio e Incidência Anticorrupção da Organização, conversou sobre o uso de programas de espionagem por órgãos públicos brasileiros

“É urgente que o Brasil faça um inventário geral detalhado sobre as ferramentas de vigilância que atualmente estão em poder das autoridades e aprimore os controles democráticos para aquisição e uso de tecnologias de inteligência pelo estado”, afirmou

“A luta contra o terrorismo, a corrupção e outras formas de criminalidade organizada não podem justificar os riscos do vigilantismo estatal e o sigilo de informações.”

Leia a entrevista completa aqui.

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