TRUMP, CABRAL E O REI ARTHUR

Se os procuradores da Operação Greenfield aprofundarem a investigação sobre a operação financeira que viabilizou o Trump Hotel, provavelmente vão descobrir a digital do empresário Arthur Soares.

O empreendimento, sob a mira do MPF, foi bancado com recursos captados no Serpros e no Igeprev, por meio de um fundo de investimento em participações (FIP).

O “Rei Arthur” fez fortuna no governo de Sérgio Cabral, durante o qual faturava cerca de R$ 1,7 bilhão por ano em contratos de terceirização de serviços com a sua antiga empresa Facility.

Será que Cabral está metido nessa também?