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TSE pagou 7 milhões por uma urna que não funciona?

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A equipe de Modesto Carvalhosa denunciou ontem que o TSE já pagou ao Instituto Flextronics mais de R$ 7 milhões pelo desenvolvimento de uma nova urna eletrônica com módulo de impressão.

Hoje, o TSE admitiu que o “projeto ainda não está maduro”. Ocorre que o contrato firmado por Gilmar Mendes com Jorge Suplicy Funaro, do Flextronics, é claro ao dizer que “nenhum pagamento” pode ser feito à contratada “enquanto pendente qualquer obrigação legal ou contratual”.

E ainda estabelece punições, que vão de advertência à rescisão contratual com imposição de multa de até 20% do valor do contrato. Se o Instituto Flextronics entregou um protótipo que não funciona, o TSE deveria ter testado antes.

O Antagonista pediu à assessoria do TSE acesso a todos os relatórios de fiscalização, execução financeira e produtos entregues pelo instituto. Vamos aguardar.

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