Tudo parado

A Câmara não vota mais nada enquanto Dilma Rousseff continuar no cargo.

Foi o que disse Eduardo Cunha, segundo a coluna Radar:

“A interlocutores, o peemedebista diz que não há legitimidade para o governo encaminhar votações de temas depois da aprovação da admissibilidade do processo de impeachment”.

Eduardo Cunha está certo, claro.

O fantasma tem de sair imediatamente do Palácio do Planalto.

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Ler 29 comentários
  1. O discurso da esquerda no plenário dá nojo! É sempre a mesma ladainha: fascista, golpe, intolerância, como se eles fossem os bastiões da moralidade e não tivessem nada a ver com a crise que Dilma, em sua incompetência, conseguiu lançar o país.

  2. Berzoini conseguiu convencer a filha dele em não ir à seção. A desculpa foi a gravidez. Pergunto: a gravidez dela é de risco? Agora mantem o discurso que votaria a favor se fosse à seção para se manter bem com o seu eleitorado. Uma vergonha!

  3. Garotinho nunca foi evangélico, apenas um oportunista que faz uso indevido da igreja evangélica. Para nós evangélicos, esses políticos, ditos evangélicos, são uma vergonha!

  4. 29 de setembro de 1992 – A Câmara dos Deputados vota a favor da abertura do processo de impeachment de Collor por 441 votos a favor e 33 contra. 1º de outubro de 1992 – O processo de impeachment é instaurado no Senado. 2 de outubro de 1992 – Collor é afastado da Presidência até o Senado concluir o processo de impeachment. O vice-presidente Itamar Franco assume provisoriamente o governo e começa a escolher sua equipe ministerial.