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Um condenado na prefeitura de BH

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Em 2014, Alexandre Kalil, prefeito eleito de Belo Horizonte, foi condenado em primeira instância a três anos e nove meses de prisão, por ter embolsado dinheiro do INSS descontado dos trabalhadores da sua empresa. A pena de reclusão foi convertida em prestação pecuniária e de serviços à comunidade.

O caso está parado nas mãos do juiz Klaus Kuschel, que substitui a desembargadora federal Mônica Sifuentes.

Se houver julgamento e Kalil for condenado em segunda instância antes da diplomação, prevista para 15 de dezembro, ele ficará impedido de assumir a prefeitura da capital mineira.

Se não houver julgamento até lá, hipótese mais provável, Belo Horizonte será governada por um condenado por crime de apropriação de recursos da previdência.

Minas Gerais transformou-se num lugar muito esquisito, mesmo para os padrões brasileiros.

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