Um confisco chamado FGTS

Leiam o que o cientista político Fernando Schuler publicou no Estadão:

“Achei interessante o texto da nota publicada pelo Ministério da Fazenda, após a reunião (do Conselhão). Ela dizia que ‘a medida permite que o trabalhador decida como usufruir de parte dos recursos de sua conta vinculada junto ao FGTS, garantindo sua liberdade de escolha’. (…) Por que então o governo não propõe uma lei permitindo que o trabalhador aplique o dinheiro de seu fundo onde ele mesmo desejar, ao invés de ficar preso a uma remuneração de 3% + TR, abaixo da poupança e da inflação? Do jeito que está hoje, o FGTS funciona como um repasse compulsório de recursos dos trabalhadores para o governo. Como um imposto, estou errado?”

Não está errado. Mas “confisco” seria um termo ainda melhor.