Um legado para lá de legal

Estadão:

“Os oito diretores-executivos do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos tiveram sucessivos aumentos de pagamentos que totalizam R$ 26,8 milhões entre 2011 e 2015. Os valores incluem salários e gastos.”

Não incluem eventuais pagamentos a Carlos Arthur Nuzman, que jura não ter recebido nada.

Esse, sim, é um legado para lá de legal.

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