UM OFFICE-BOY MILIONÁRIO

O Antagonista soube que a Lava Jato investiga centenas de repasses feitos pelas empresas de Jonas Suassuna à pessoa física de Jorge José da Silva, que seria uma espécie de office-boy do empresário.

A quebra do sigilo bancário das empresas de Jonas mostra que Jorge recebeu um total de R$ 9,6 milhões das empresas Editora Gol, Gol Mobile, Imobiliária Gol, Goal Discos e PJA.

Caso seja confirmado o vínculo profissional de Jorge com Suassuna, os investigadores deverão pedir o afastamento do sigilo bancário do office-boy. A suspeita é que o empregado tenha sido usado para justificar a saída de recursos a terceiros, por meio de saques.

O objetivo, logicamente, é identificar o beneficiário final dos recursos.

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