Um país na cabeceira

Há pouco, foi a vez de Marco Aurélio Mello interromper o voto de Alexandre de Moraes, que fala há quase duas horas.

Ele se desculpou, mas disse ser “muito difícil ficarmos na cabeceira sem participarmos da discussão”.

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  1. O ministro Barro, em volto brilhante e realista, fechou sua fala metendo a carapuça em alguns dos ministros que temdem a contrariar o relator, os quais sabemos bem quem sejam. Como o último a falar, intervindo no encerramento do voto, foi o Toffoli, a carapuça também lhe serviu. Melhor tivesse se calado. Será mais uma vergonha para o Decano Celso de Mello, que poderá empatar a votação, se não votar com o ministro Fachin

  2. Tem que pegar os 11 Ministros do STF e jogar no mar pros tubarões comerem. O que se espera é imparcialidade do pessoal do STF, mas esses aí são todos jagunços de políticos. Uns são jagunços do PSDB, outros do PMDB, outros do PT e de toda a esquerda. SÓ TEM LIXO NO STF….