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Um PGR terrivelmente evangélico

Augusto Aras foi o único candidato à PGR a assinar carta da Associação Nacional de Juristas Evangélicos.

“Na lista dos itens defendidos pela associação”, diz o Estadão, “estão a manutenção dos símbolos religiosos em repartições públicas, monumentos públicos com conotação religiosa, feriados religiosos e a menção a Deus no preâmbulo do texto constitucional.

Para a entidade, o Ministério Público deve ter sua atuação limitada às funções institucionais, evitando condutas ‘personalistas’ em operações como a Lava Jato – ideia já exposta por Aras.”

A carta diz também que “a instituição familiar deve ser preservada como heterossexual e monogâmica.”

Isso tudo tem um custo, claro:

“A entidade pede comprometimento do procurador-geral com o ‘mandamento’ de que as igrejas ‘são imunes à cobrança de tributos e assim devem permanecer’”.

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